Por que os Judeus não acreditam em Jesus Cristo?
Por que os Judeus não acreditam em Jesus
30/09/2012 22:29Contradições do Novo Testamento
Contradições do Novo Testamento
30/09/2012 22:51
A TORÁ PROÍBE SACRIFÍCIO DE HUMANOS PARA SALVAÇÃO DE OUTRO.
Por: Benyamin ben Avraham.
“E disse: Toma agora a teu filho, o teu único filho a quem amas, e vai-te a terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas que Eu te direi.” Gênesis 22:2
“Porque edificaram os altos de Baal, para sacrificarem seus filhos no fogo ..., coisa que nunca lhes ordenei, e jamais subiu a Mim tal pensamento.” Jeremias 19:5.
Aceitaria o Elohim de Israel um sacrifício humano, a semelhança dos costumes pagãos ? Teria Ele feito um pedido destes alguma vez, e permitido que ele se consumasse ? Um Juiz Justo que ensinou que cada um deve morrer pelos seus próprios pecados, ( Deut. 24:16; Ezequiel 18:20;) pediria algo que contrariaria à Ele mesmo ? (Malaquias 3:6). Qual pai ficaria tão feliz que alguém matasse seu filho, que como gratidão por isso salvaria seus assassinos (o mundo) ? Que ensinamento é esse que ensina as pessoas a acreditarem que um pai fica feliz quando alguém mata seu filho ? Ao observarmos os dois versos acima, tão antagônicos e de origem tão diferentes, que ao compararmos com as lições que cada um deles nos traz, poderemos alcançar um profundo conhecimento espiritual sobre um assunto pouco compreendido e "aparentemente contraditório". Se analisarmos pelo conceito judaico onde a ideia de um sacrifício humano é imediatamente associada a ideia de “adoradores de deuses”, fica ainda mais difícil de aceitar. Para nós judeus, a única vez que observamos uma situação digamos assim, “parecida” com esta temporariamente foi quando Deus pede a Abraão que sacrifique Isaak. Imaginem o espanto causado a Abraão. Não me atrevo imaginar uma décima parte do sofrimento deste pai e das perguntas que fazia a si mesmo do porque este pedido fora feito a ele, pois não fazia sentido, e não encontrava, por mais que tentasse, uma resposta satisfatória dentro do que sabia do seu Elohim. Naturalmente que muita coisa passou por sua mente enquanto caminhava para a montanha. Abraão com sua fé sem igual sabia que caso Yáhuh deixasse que ele de fato consumasse o ato do sacrifício, tinha poder para devolver seu filho, fazendo-o reviver. Mas o que Abraão não sabia que o que o fez sofrer durante este trajeto foi por não conhecer um pouco mais do caráter de seu Deus. Abraão não sabia que o Criador jamais deixaria que ele fosse até o fim com aquilo. Não só porque Isaak era amado e o próprio Criador tinha planos para ele, mas porque sacrifício humano é uma coisa que o Elohim de Israel chamais tem prazer e não faz parte de sua natureza pedir isso. Ele diz: “Jamais subiu a Mim tal pensamento”. (Jeremias 19:5). Abraão passou no teste, o sacrifício do menino não ocorreu, e agora Abraão conhecia muito mais a fundo este a quem servia ! (Gên. 22:1-13). Parece que vejo Abraão dançando e dando pulinhos de alegria ...! Agora Abraão também subiu no conceito de Yáhuh, pois tinha dado a maior demonstração de fé que alguém podia dar, Abraão foi escolhido para grandes bênçãos. Pois bem, compare os dois versos bíblicos no cabeçalho: O Primeiro foi um teste, e o segundo é uma declaração em reprovação ao que os pagãos faziam, e onde Ele diz que este tipo de sacrifício nunca lhe veio a mente. Se nunca lhe veio a mente, (nem viria) por que os cristãos aceitam que no caso de Yeshua Ele, Deus mudaria de opinião ? Os que aceitam este conceito respeitando-se as influência educativas, nunca absorveram de verdade o espírito de entendimento da doutrina do Deus de Israel expressa nas Escrituras hebraicas, leia com calma todas estas passagens por favor: Deut. 14:32; Êxodo 34:10; Jeremias 31:35-37; Isaías 4:3; 26:2; Zacarias 8:23; Salmos 89:33-36.
Há duas situações apenas em que vida humana é aceita como pagamento ou para aplacar Sua ira. A primeira é quando é exigido a vida do que tirou a vida de outro. ( Gên. 9:6 / Deut. 19:21). A segunda é no caso de castigo por desobediência e condenação por Yáhuh o Elohim de Israel, que ocorre direta ou indiretamente: ( Núm. 25:11; ll Samuel 6:7 ), Temos diversos relatos em toda Tanah, (Bíblia), inclusive um onde Yáhuh condena uma geração inteira: (Deut. 1:35 ), deixando apenas que seus filhos herdem a terra prometida. Nestes dois casos e somente nestes dois casos, há expiação pela culpa, mas neste caso a expiação é a do próprio pecador que pecou, e não é transferível. Fora destes dois casos, a aceitação de resgate ou pagamento feito por uma vida humana (ou semi divina, coisa que não existe) é totalmente pagão e sem base no Sagrado! Mas no caso de Yeshua é diferente, você me dirá. Pois bem, então me prove! Eu sei que para os cristãos o sacrifício de Yeshua (Jesus) é a base, o portão de entrada para que um gentio “entre” no pacto de Abraão, pois agora este novo pacto, transformado em “pacto da graça”, onde a lei não tem mais autoridade, lhes abre as portas para torna-los o: “Israel espiritual”. Através deste “novo pacto” eles passam a ter um status de igualdade, ou melhor: de superioridade do gentio sobre o judeu que “rejeitou o pacto”, (Gálatas 4:1-11/ João 1:11). Este conceito de que um único ser humano pôde remir toda a humanidade está fortemente impregnado no ensinamento cristão a tal ponto que se você retirar isso, o cristianismo desintegra !
Através deste “sacrifício humano e divino” ao mesmo tempo, (porque ele era considerado um “deus que morreu”) , todos os seus pecados são perdoados e ele é transformado imediatamente pelo simples fato da aceitação em: “Nova criatura”, (ll Coríntios 5:17 ) pois Yeshua morreu pelos pecados deles, e assim pagou a dívida natural que todos os mortais tem desde Adão,(Romanos 5:8 / 5:12-18 ). E como o salário do pecado é a morte e este salário foi “pago por ele..." - Espera aí... O salário que a morte pede foi pago ? Se assim foi, então todos os cristãos não deveriam mais morrer...! Se já que foi pago...! Todavia, na prática a morte continuou cobrando seu quinhão mesmo para os cristão que afimão ser“redimidos”. E o que isso quer dizer ? Que infelizmente o salário não foi pago, pois a dívida ainda continua sendo cobrada. Tudo isto parece muito confuso, mas se entendermos como funcionam as profecias bíblicas tudo se esclarece, pois Yáhuh o Elohim de Israel não é um Elohim de confusão. Assim o cristianismo faz tudo parecer perfeito e bonito e muito mais ‘prático’ do que perfeito e bonito, mas deixa muitas lacunas e vazios sem resposta. Uma delas é esta: se foi pago, como é que está sendo cobrado, como é que continuam morrendo ? Existe porém, dois (2) problemas nesta estrutura cristã . Só dois ? dirá você. Sim, apenas dois.
O Primeiro é que como você observou, as passagens do novo testamento não tem o outro lado, ou seja: nada que se apresenta pelos cristãos encaixa como profecia para cumprimento na pessoa citada. Por que ? Porque mesmo que eu quisesse encontrar um único verso no Antigo Testamento (Tanah) para apoiar estes ensinos, simplesmente não os acharia. [Isaías 9:6, e Isaías 53 está explicado no blog]. Ou seja, todas as doutrinas do Novo Testamento esbarram em algo fundamental para que seja verdadeiro: A legalidade. O fato de Elohim não haver previsto pelos profetas o seu aparecimento ou surgimento o torna ilegal, algo não esperado na constituição Sagrada, ( Deut. 4:2/ Deut. 5:32 ). Então a “legislação” do N. T. é uma legislação própria, autônoma e independente, como qualquer outra religião, porém sem o aval das profecias , quem poderia dar legalidade a ele, caso estivessem nos planos do Eterno.(Salmos 2:1 / Atos 13:46 ). Exemplo: Se o N.T diz: “Veio para os seus mas os seus não o receberam”, (João 1:11), então para dar fundamento, isto também deveria estar escrito em algum lugar no A.T. , porém não está. Eles escrevem que está em efésios 20:20, mas é só eles que dizem, não mostram nos profetas, porque simplesmente lá não fala nada assim, para confirmar o que Paulo escreve ali, ou seja, não é profecia, pois a outra parte, a dos profetas não existe. Este é o primeiro problema do N.T.
O segundo problema, é que o sacrifício escolhido (N.T), não é um que se oferecia sobre o altar do Templo Sagrado, ou seja: Não pertence a nenhuma espécie reconhecida e autorizada que era usado para Isso, (Lev. 1:2). Também não tinha a idade certa para ser sacrificado: (Êxodo 12:5; Lev. 9:3; Lev. 23:12). Ele tinha 33 anos. Todo holocausto ou sacrifício tinha que ser degolado, (Lev. 4:15) e não pregado. Ele foi retirado do madeiro e enterrado, algo impensável a um sacrifício perfeito, ( João 19:38-42). Parte do seu sangue não foi espargido a base do altar, (Lev. 4:18 ). Só um altar podia ser usado para este tipo de sacrifício: o altar que estava no lugar certo na entrada do Beit Hamikdash, (Templo Sagrado), ( Lev. 4:14-18 ). Seu corpo não foi queimado como manda a Lei, mas foi torturado até a morte em um madeiro, enquanto que um sacrifício era morto praticamente sem dor, e não podia sofrer maus tratos. (Lev. 4:21/ Lucas 23:33 ). Nenhuma regra verdadeiramente aceita pelo Criador poderia ser cumprida em relação aos rituais do sacrifício Sagrado, porque justamente o sacrifício de um corpo humano não está previsto como aceitável, pelo contrário. Mas agora observe um outro detalhe apregoado pelos cristãos relativo a um detalhe da profecia: Observe a parte da “ovelha muda”: “Jesus, porém, tornando a dar um grande grito, entregou o espírito”. (Morreu). Mateus 27:50. Ele não poderia ter feito isso, como ovelha muda. Os cristãos apresentam um homem como o sacrifício pascal, mas sacrifício pascal lembra a libertação do Egito, e não purificação de pecados, sacrifício de purificação de pecado é feito no Yom Kipur (dia do Perdão), e não na páscoa: (Lev. 16:29-34 / Marcos 14:12-17 / Mateus 26:1-19). Portanto se ele tinha morrido por toda humanidade e fazia expiação por ela (no caso que isso fosse possível), deveria sua morte ocorrer no Yom Kipur e não na páscoa. Como sabemos os sacrifícios para o Sagrado sempre foram dos animais de espécie previamente escolhida pelo próprio Elohim de Israel. O Salmista David diz: “Então te agradarás de sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então se oferecerão novilhos sobre o teu altar.” Salmos 51:19. Outro fator importante neste assunto é que a remissão feita por holocausto ou sacrifício, nunca abrangeu toda a humanidade, ela sempre foi direcionada a Nação que mantinha o Templo, ou seja: Israel. Leia e confirme esta verdade: Esdras 6:16-18. Os cristãos fazem confusão entre remissão da Nação (ou das pessoas) com a futura implantação da era messianica, com a restauração global, (Isaías 11; Salmos 72, etc). Então, mesmo que o sacrifício de um homem pudesse ser aceito, (falando hipotéticamente), ele não remiria toda a humanidade, mas somente a Nação de Israel (Veja: Mateus 15:24) e apenas na determinada geração presente. Ou seja, nem Jesus concorda com o raciocínio equivocado dos cristãos. As nações gentílicas não estão dentro do pacto de Abraão, e portanto não poderiam ser remidas por sacrifício no Templo de Jerusalém ou por qualquer outro sacrifício e os gentios tinham (e tem) que entrar neste pacto individualmente através da conversão ao judaísmo para poder fazer parte da Nação de Israel, de preferência ao judaísmo caraíta, que é o bíblico. (Isaías 56:5 e 6). Conclusão: Sacrifício humano não pertence as regras do altar do povo judeu, e a remissão por sacrifício estava (e estará no futuro: Jeremias 33:14-18), direcionada a uma única Nação, mas através dela, aí sim, beneficiar a humanidade inteira, conforme diz a profecia: "Em ti serão benditas todas as nações da terra." (Gênesis 12:3).
DIREITOS RESERVADOS DO AUTOR : benyaminC2011
ESTA É UMA POSTAGEM DO BLOG JUDAÍSMO BÍBLICO FUNDAMENTADO.
A INQUISIÇÃO DA IGREJA CATOLICA - ASSASSINOS
de 10 Pintura "Auto de Fe de la Inquisición", do pintor espanhol Francisco Goya. A Espanha começou sua Inquisição em 1478, décadas antes de Portugal - Foto: Real Academia de Bellas Artes de San Fernando/Madri
Inquisição no Brasil: como o Tribunal do Santo Ofício perseguiu brasileiros por séculos
Quase dois mil brasileiros foram julgados pelo tribunal formado por membros da Igreja Católica. Judeus que eram obrigados a abandonar a própria religião foram condenados no Brasil.
6 de julho de 2023 por Leonardo Igor de Sousa, g1 CE
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Ao longo dos 285 anos da atuação do Tribunal do Santo Ofício em Portugal e nos territórios que compunham o Império português, há estimativas de pelo menos 400 brasileiros condenados por práticas, à época, consideradas contrárias à fé católica, como "judaizar", homossexualidade, bigamia, feitiçaria e "solicitação". O número de denunciados, porém, é maior.
A historiadora brasileira Anita Novinsky, em seu livro Inquisição: Rol de Culpados, enumera pelo menos 1.819 habitantes do Brasil denunciados ao Tribunal do Santo Ofício. A maioria destes eram cristãos-novos, nome dado aos judeus convertidos à força ao cristianismo por ordem da Coroa portuguesa em 1497.
Por séculos, cristãos-novos e seus descendentes foram perseguidos pelas forças inquisidoras, que desconfiavam de que estes, na verdade, mantinham suas tradições judaicas no segredo do lar.
Por sua distância de Portugal, por seu vazio demográfico e sua relativa ausência de normas restritas, os cristãos-novos viram na recém-descoberta Terra de Santa Cruz - nome inicialmente dado ao Brasil pelos portugueses - uma oportunidade de recomeçar. Aqui, eles se tornaram comerciantes, agricultores e se tornaram uma das principais bases de construção da colônia.
O Santo Ofício, porém, não se restringiu à Europa. Com seus familiares, agentes, visitadores e sedes além-mar, a Inquisição atuou na Colômbia, no Peru, no México, no Brasil e até mesmo na Índia. Aqui, portanto, os cristãos-novos que se instalaram encontraram uma Inquisição ativa e vigilante.
Do outro lado do Atlântico: o começo de tudo
Em 1497, o rei Manuel I de Portugal decretou a conversão forçada dos judeus ao cristianismo. Este batismo compulsório também criou uma distinção legal: cristãos-velhos, aqueles que já eram católicos à época, e os cristãos-novos, os recém-convertidos.
Apesar da conversão obrigatória, os cristãos-novos, até pouco tempo judeus, continuavam a ser alvos de acusações, discriminações, processos e ataques no reino católico ultraconservador de Portugal.
A situação piorou em 1536, quando o rei João III conseguiu, junto ao papa Paulo III, a instalação do Tribunal do Santo Ofício em Portugal. Teve início ali o funcionamento de uma verdadeira máquina judicial, apoiada pelo Estado e pela Igreja, com poder de investigar, denunciar, torturar, punir, exilar e até condenar à morte.
Inicialmente, a ideia da Inquisição em Portugal era punir os cristãos-novos (judeus convertidos) que mantinham as práticas judaicas em casa. Mas, com o passar dos anos, sua atuação se estendeu para outros "pecados", como feitiçaria, bigamia, homossexualidade e solicitações.
As diferentes Inquisições da história
Os tribunais do Santo Ofício podem ser divididos em dois momentos históricos: a primeira versão, no período medieval, entre os séculos XIII e XIV, com atuação mais concentrada na França, Alemanha e Itália, e a segunda versão, a Inquisição moderna, promovida por Portugal e Espanha a partir do século XV indo até o século XIX.
A atuação e o cenário político das duas Inquisições foi diferente. A primeira, financiada e conduzida pela Igreja Católica, tinha penas "mais brandas", embora também usasse a tortura para arrancar confissões. O pano de fundo de sua motivação era o surgimento de seitas heréticas, que davam interpretações diferentes das oficiais à Bíblia.
2 de 10 Quadro "A Inquisição", pintado pelo equatoriano Joaquín Pinto - Foto: Joaquín Pinto/Museu do Banco Central de Cuenca, Equador
A segunda Inquisição, promovida pelos espanhóis e pelos portugueses, possuía penas mais severas, como a morte na fogueira e o confisco de bens. Esta também se diferencia da anterior por ser financiada e até, em parte, conduzida pelo Estado, que atuava junto à Igreja Católica e chegava a escolher os inquisidores.
Foi justamente desta segunda máquina de perseguição que os cristãos-novos e judeus precisaram fugir entre os séculos XVI e XIX. "Era uma estrutura com todo apoio do Estado e da Igreja. Então como você vai se opor a dois sistemas desses altamente complexos, estruturados?", pondera o historiador Nilton Almeida, que estuda a presença dos cristãos-novos no Ceará.
A resposta para esta pergunta muitos pensaram estar na distância. Na época, uma viagem de barco de Lisboa, capital do Império português, até a chamada Terra de Santa Cruz - mais tarde, Brasil - durava mais de um mês. O território brasileiro era praticamente desconhecido dos portugueses e, naturalmente, dos inquisidores.
Em 1534, dois anos antes da criação da Inquisição em Portugal, a Coroa portuguesa havia definido a divisão do território brasileiro em 15 grandes faixas de terra, chamadas capitanias hereditárias. A primeira expedição portuguesa com objetivo de povoar o Brasil só ocorreu em 1532, portanto, a ocupação das capitanias pelos colonizadores era praticamente nula.
Este cenário foi considerado uma oportunidade para os cristãos-novos, que, nas décadas seguintes, cruzaram o mar para buscar um recomeço em uma sociedade que estava começando.
Um dos casos mais chamativos é o de Branca Dias. Nascida em Portugal, filha de pais judeus convertidos à força ao cristianismo, a cristã-nova Branca Dias veio para o Brasil após ser denunciada em Portugal por "judaizar".
No Brasil, Branca e seu marido, Diogo Fernandes Santiago, obtiveram sucesso no ramo da cana-de-açúcar, com engenhos entre a Paraíba e Pernambuco. Branca formou uma família numerosa no Brasil e é considerada uma das primeiras professoras do Brasil - ela construiu uma escola só para meninas e ministrava aulas de alfabetização.
A matriarca também teria mantido uma "esnoga" - como as sinagogas eram chamadas popularmente - clandestina em suas terras. Pouco tempo após sua morte, o Brasil recebeu a primeira visita da Inquisição e a perseguição voltou a cair sobre sua família. Várias de suas filhas foram acusadas de "judaizar" condenadas a penas como prisão, multa e penitências espirituais. Após esta última devassa, os membros da família de Branca se separaram e dividiram-se pelo Brasil.
3 de 10 Pintura " Auto de Fe presidido por Santo Domingo de Guzmán", pintada por volta de 1495 pelo espanhol Pedro Berruguete - Foto: Pedro Berruguete/Museu do Prado
As visitações e a estrutura da Inquisição no Brasil
A atuação do Tribunal do Santo Ofício no Brasil começou tão logo a instituição pôde organizar uma estrutura que alcançasse o país. Já a partir de 1550, dom Pedro Fernandes Sardinha, o primeiro bispo do Brasil, tinha poderes inquisitoriais.
Na prática, porém, a Inquisição só passa a ganhar força aqui a partir da última década do século XVI. Em 1591, o Brasil recebeu a primeira "visitação" de um agente oficial do Tribunal do Santo Ofício, Heitor Furtado de Mendonça.
Nestas visitas, os agentes licenciados analisavam os pecados, promoviam celebrações, aceleravam casos e compilavam as denúncias. Eram representantes diretos do tribunal, que gozavam de todo o poder e prestígio da Inquisição. Ao todo, o Brasil teve quatro visitações oficiais (1591-1595, 1618-1620, 1627-28, 1763-1769). No entanto, nos períodos sem visitas, a Inquisição continuava ativa.
Isso significou que o Brasil, para onde muitos cristãos-novos vinham para se distanciar da vigilância em Portugal, já não estava mais livre dos inquisidores. O Brasil, porém, nunca teve um tribunal inquisitorial em seu território, diferente, por exemplo, de Goa, domínio português na Índia que foi sede de um dos quatro tribunais do Santo Ofício montados por Portugal.
No território brasileiro, a maior parte da atuação da Inquisição dependia dos agentes associados, membros do clero vinculados ao tribunal (sem integrá-lo), e dos chamados "familiares", nome dado a civis que colaboravam com a Inquisição, isto é, agiam como espiões e denunciantes.
Por conta de sua atuação, os familiares recebiam privilégios como isenção de impostos e alcançavam cargos importantes na administração colonial. Um dos casos mais famosos foi do militar português Antônio Borges da Fonseca, radicado em Pernambuco.
Por mais de uma vez, Borges da Fonseca foi à Paraíba para prender cristãos-novos por "práticas judaizantes". Sua atuação junto ao Santo Ofício rendeu boas graças em Lisboa. Ele chegou a governar a Paraíba entre 1745 e 1753 e seu filho, António José Victoriano Borges da Fonseca, foi governador do Ceará entre 1765 e 1781.
Para ser um familiar era necessário comprovar a fé católica e não ter "sangue infecto", isto é, não ter ascendência judaica, muçulmana, indígena ou de pessoas negras, segundo definição do Santo Ofício. A atuação de familiares como Borges da Fonseca formou as bases do funcionamento da Inquisição no Brasil.
4 de 10 Documento da Inquisição portuguesa que registra a condenação da cristã-nova Leonor Ribeiro, em 1592, após ser presa, torturada e assumir "culpa" por judaísmo - Foto: Reprodução/Livro "Cristãos-novos, seus descendentes e Inquisição no Ceará"
Como não havia tribunais aqui, os casos, após serem analisados pelos agentes locais, eram remetidos ao Tribunal de Lisboa, onde a denúncia era formalizada e o caso, julgado. Os detidos, então, eram levados a Portugal para receber suas penas. Muitos nunca voltaram. Foi o caso de Ana Rodrigues.
Ana Rodrigues é considerada a primeira moradora do Brasil a ser condenada à fogueira pela Inquisição. Ela foi denunciada por realizar práticas judaicas no engenho Matoim, no recôncavo baiano.
Após a denúncia, ela foi levada a Portugal em 1593, já com 80 anos de idade, e ficou presa à espera do julgamento. Morreu na cela, antes de conhecer sua pena de condenação à fogueira.
As vítimas e as punições da Inquisição portuguesa
Aqueles considerados culpados pela Inquisição portuguesa podiam ser condenados a uma variedade de penas. Algumas eram mais brandas, como prisão. Havia também aqueles condenados a usar para sempre o hábito penitencial, o sambenito, uma espécie túnica que os marcava como culpados.
Outras penas eram mais severas, como confisco de bem e exílio. De Portugal, muitos eram exilados para o Brasil ou Angola, no continente africano. O exílio, inclusive, teve papel importante na instalação de cristãos-novos aqui, uma vez que muitos condenados em Portugal ao exílio no Brasil resolveram ficar aqui.
5 de 10 Sambenito, espécie de túnica a qual os condenados da Inquisição eram obrigados a usar, muitas vezes pelo resto da vida - Foto: Cornelis Martinus
Por fim, havia aqueles condenados à morte por degola, enforcamento, estiramento e cremação, isto é, ser queimado vivo na fogueira. Boa tarde destas punições mortais ocorria em lugares públicos e movimentados de Lisboa, como o Terreiro do Paço (atual Praça do Comércio) ou na Praça do Rossio, em frente ao Palácio de Estaus, sede da Inquisição.
Os processos inquisitoriais eram uma mistura de processo penal e condenação antecipada. Havia, como nos processos penais, acusação, testemunhos, juiz. As vítimas, contudo, não tinham direito de saber quem os havia denunciado. A prática de tortura era comum - e o torturado era obrigado a assinar documentos em que se comprometia a não revelar a tortura.
Nos mais de 40 mil documentos acerca do Tribunal do Santo Ofício, guardados na Torre do Tombo, em Lisboa, é possível encontrar detalhes que lançam luz sobre os processos investigativos da Inquisição.
Conforme os documentos, entre as principais "provas" de que o cristão-novo estava "judaizando" estavam hábitos que, hoje, estão incorporados ao cotidiano brasileiro. Uma das descrições mais comuns nas denúncias era de que o denunciado costumava varrer a casa da frente para trás - da porta para o quintal -, um hábito de origem judaica.
Outro "indício de judaísmo", de acordo com os documentos, era o hábito de preparar a carne com bastante cebola e azeite - e não com banha de porco, como era costume à época, uma vez que judeus não comem porco. Descansar no sábado também podia ser um problema para um cristão-novo, já que o sábado é o dia sagrado do judaísmo.
A partir de relatos que denunciavam tais práticas, com denúncias que vinham de fontes anônimas, um sem-fim de cristãos-novos foi processado e punido pela Inquisição de Portugal. Conforme a historiadora brasileira Anita Novinsky, pelo menos 1.819 cristãos-novos do Brasil foram denunciados ao Tribunal do Santo Ofício, sendo 1.089 homens e 721 mulheres.
No entanto, com o avanço das décadas, os inquisidores passaram a atuar em duas frentes: os crimes contra a fé e os crimes contra a moral. Além de perseguir aqueles acusados de "judaizar", os agentes passaram a perseguir homossexuais, bígamos, hereges e adúlteros.
As denúncias, muitas vezes, vinham de dentro de casa. Em 1661, o barbeiro Salvador Rodrigues foi acusado de "sodomia" pelos próprios irmãos na cidade de Belém, na então capitania do Grão-Pará. A investigação do Santo Ofício encontrou uma rede maior de contatos do barbeiro e acabou por punir outras pessoas na cidade.
6 de 10 Exemplos de documentos que relatam denúncias no Brasil de suspeitos de "judaizar" - Foto: Reprodução/Livro "Cristãos-novos, seus descendentes e Inquisição no Ceará"
Por todo o Brasil, a Inquisição atuou mais fortemente em locais como Pernambuco, Paraíba, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pará. O movimento inquisitório, portanto, seguia tanto o movimento econômico quanto o movimento populacional.
Quando a cana-de-açúcar do Nordeste era o principal produto de exportação do Brasil, as forças inquisitórias atuaram mais fortemente no Nordeste. Quando metais preciosos foram descobertos em Minas Gerais, os olhos da Inquisição se voltaram para os mineiros.
O Rio de Janeiro, que passou a experimentar forte crescimento populacional e teve uma das maiores comunidades de cristãos-novos da colônia, foi devassado pelo Tribunal do Santo Ofício. Importante para os planos da Coroa portuguesa de expandir o Império pela região amazônica, o Pará foi, inclusive, o destino da última visitação de um emissário da Inquisição no Brasil, entre 1763 e 1769.
Os números exatos de brasileiros denunciados ou condenados pela Inquisição não estão definidos. Há, nos registros da Torre do Tombo, um grande número de casos de cristãos-velhos acusados no Brasil, por exemplo, de heresia. Os arquivos, contudo, não foram completamente estudados, o que não permite fixar um número.
Entre os pesquisadores também não há um consenso da quantidade total de denunciados e condenados no Brasil pelo Santo Ofício, somados cristãos-velhos e cristãos-novos. Uma coisa, porém, é certa: o número está na casa dos milhares.
Cristãos-novos e a colonização do Nordeste
Quando a portuguesa Maria Tomásia Barbosa acompanhou o marido, o capitão-mor Pero Coelho, em expedição para a Serra da Ibiapaba, o Ceará era pouco mais que uma faixa terrestre pouco habitada, considerada de difícil acesso e sem atrativos.
Coelho pretendia abrir caminho pelo território cearense, subjugar os povos indígenas da região e estabelecer uma estrada para o Maranhão, a partir do qual o Reino poderia se expandir para a região amazônica.
7 de 10 Mapa das capitanias hereditárias do Brasil, desenhado por volta de 1574 - Foto: Luís Teixeira/Biblioteca da Ajuda de Lisboa
A expedição do marido de Maria Tomásia, em 1605, foi um fracasso. O caminho que tomaram, pelo litoral cearense, quente e arenoso, castigou os homens. A batalha contra os povos indígenas, perderam. No caminho de volta, o filho mais velho do casal morreu. Quando, enfim, deixaram o Ceará derrotados, Pero Coelho voltou a Portugal, Maria Tomásia permaneceu na Paraíba.
Tomásia era filha de um cristão-velho e uma cristã-nova. Sua família, descendente de judeus convertidos à força, fez do Brasil sua morada. Sua irmã, por exemplo, era casada com um capitão-mor - cargo de chefia militar da era colonial - da Paraíba.
A trajetória de Maria Tomásia é semelhante à de milhares de cristãos-novos que vieram ao Nordeste e aqui participaram do processo de colonização. Fernando de Noronha, por exemplo, que dá o nome à ilha turística de Pernambuco, era cristão-novo.
No início, os cristãos-novos integraram a indústria de exportação do pau-brasil. Mais tarde, muitos atuaram no ramo da cana-de-açúcar, que veio a se tornar o principal produto brasileiro de exportação, e foram proprietários de muitos engenhos nas capitanias da Paraíba, de Itamaracá, da Bahia e de Pernambuco.
Nem todos eram abastados, muitos atuaram como agricultores e simples comerciantes. No entanto, conforme destaca o historiador Nilton Almeida, este grupo possuía uma vantagem na pouco organizada sociedade do Brasil colonial: sabiam ler e escrever.
"Eles sabiam ler e escrever porque para ler o livro sagrado você tem que saber ler. O judaísmo tem essa particularidade de fazer com que as pessoas se alfabetizem para ler os textos sagrados", explica o professor. "A Inquisição, vendo o tamanho do Brasil e que essas comunidades [judias e cristãos-novos] estavam tendo determinada importância, começa a perseguir", aponta o historiador.
Diante das visitações, da vigilância dos "familiares" e das constantes rondas do Bispado de Pernambuco, muitos cristãos-novos procuraram abrigo em uma região vizinha, porém relativamente vazia, onde poderiam, novamente, tentar recomeçar suas vidas: o Ceará.
Ceará: terra de oportunidades e anonimato
Até o século XVIII, o Ceará era pouco relevante, uma capitania periférica. Na verdade, até 1799, o Ceará foi vinculado a Pernambuco, e inclusive pagava impostos ao governo pernambucano. O próprio capitão-mor do Ceará era nomeado por Pernambuco. E, claro, a sede do poder inquisitório da região estava na cidade pernambucana de Olinda.
O cenário encontrado no Ceará por Maria Tomásia só começou a se alterar a partir da segunda metade do século XVIII, com a concessão das sesmarias e a implantação das fazendas de gado para a florescente indústria da carne, que tinha como principais destinos o Maranhão e Pernambuco.
Por isso, cristãos-novos e seus descendentes se dirigiram para o Ceará como terra de refúgio, pelo anonimato, e de oportunidades, pelas possibilidades. No estado, os cristãos-novos participaram da construção dos primeiros grandes centros habitacionais do estado, como Aracati e Sobral, e deixaram suas marcas na história do estado.
"O que vamos encontrar aqui no Ceará: muitos descendentes de cristãos-novos, gente de segunda, terceira geração que veio para Ceará", aponta Nilton Almeida. É o caso de Josefa Maria dos Reis. Os pais de Josefa, cristãos-novos nascidos no Brasil, foram condenados à prisão, em 1731, por "judaizar" na Paraíba. Três irmãos de Josefa receberam a mesma pena no ano seguinte.
Josefa, ainda criança, conseguiu ajuda e deixou a Paraíba para se estabelecer na Vila de Aquiraz, no Ceará. Josefa casou com o sergipano António de Freitas Coutinho, que chegou ao posto de alcaide, um cargo administrativo relevante no Brasil colonial. Após ficar viúva, Josefa casou novamente.
Ela viveu a maior parte da vida na pequena Vila da Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, que daria origem, mais tarde, à cidade de Fortaleza, atual capital do Ceará. Foi enterrada, inclusive, na então igreja matriz da vila.
8 de 10 Mapa da então Vila da Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, que viria a se tornar a cidade de Fortaleza, capital do Ceará - Foto: Terto de Amorim/Arquivo Histórico Ultramarino de Portugal
Conforme escreve Nilton Almeida em sua tese "Cristãos-novos e seus descendentes no Ceará Grande: a Inquisição nos sertões de fora", apresentada na Universidade de Nova Lisboa, em Portugal, "o exemplo de Josefa evidencia que esse lugar ermo no Nordeste do Brasil colonial [Ceará] constitui terra ideal, onde os 'impuros' de sangue, em geral, podiam se misturar à gente comum e levar a vida dentro de relativa segurança".
A Inquisição no Ceará
Apesar do cenário favorável, a capitania do Siará Grande - como era chamada - não estava livre por completo dos inquisidores. Conforme o pesquisador baiano Luiz Mott, foram encontrados pelo menos 7 casos de moradores do Ceará que foram denunciados à Inquisição. Um deles, inclusive, chegou a ser preso e condenado ao exílio.
Das sete denúncias encontradas contra habitantes do Ceará, três foram por homossexualidade, ou "sodomia", como o Tribunal do Santo Ofício se referia à época. Outras duas denúncias foram de solicitação por parte de sacerdotes. Uma das denúncias foi de sacrilégio contra um homem escravizado e duas denúncias foram de bigamia, isto é, de um indivíduo casado com duas pessoas.
Foi justamente um destes casos de bigamia o que recebeu a punição mais severa no território cearense. O caso ocorreu com o português José Luis Pestana, que vivia no Brasil desde jovem. Primeiro, ele casou em Pernambuco, onde estudava. Lá, foi à falência. Depois, fugiu para o Ceará. Aqui, casou novamente, obteve posses e chegou a ser juiz ordinário nas proximidades de Sobral.
No Ceará, José Luis Pestana adotou o nome de Polinardo Caetano Cesar de Ataíde. Após nove anos de casamento, a farsa foi descoberta. Ele foi preso em 1778, levado a Lisboa, ficou dois anos em prisão e em 1780 foi condenado a seis anos de degredo em Angola. Nunca mais se ouviu falar em Polinardo.
Agentes locais da Inquisição vinham de Olinda para "punir" pecados mais leves no Ceará, infrações das quais sequer era preciso guardar registro, e remetiam ao Santo Ofício os mais pesados, que justificavam os custos do processo, como os registros, o transporte a Lisboa, a acusação em tribunal.
Nas últimas décadas do século XVIII, a Inquisição já não possuía a força e os favores que a tornaram implacável nos séculos anteriores. Em 1753, Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, convenceu o rei de Portugal a encerrar a distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos. A partir dali, seriam todos cristãos, independente de quando.
9 de 10 Quadro "Fundação de São Paulo", de Antônio Parreiras, retrata influência da Igreja na colonização do Brasil - Foto: Antônio Parreiras/Pinacoteca de São Paulo
Tanto no Brasil quanto em outras partes do Império português, as atividades inquisitoriais arrefeceram lentamente. Em 1812, o Tribunal do Santo Ofício em Goa, na Índia, foi extinto. Em 1821, os deputados eleitos para as Cortes Gerais após a Revolução Liberal do Porto - que exigiu que a família real deixasse o Brasil e voltasse a Portugal - votaram pelo fim da Inquisição, encerrada após 285 anos.
O último inquisidor-geral do Santo Ofício de Portugal, inclusive, foi um nordestino, o bispo pernambucano Azeredo Coutinho, fundador do Seminário de Olinda. Em 1802, ele deixou o Brasil para o assumir Bispado de Elvas, em Portugal, e foi nomeado inquisidor-geral do reino, cargo que exerceu até o Tribunal ser encerrado.
Descendentes retomam raízes judaicas no Ceará
Após a devassa sofrida no fim do século XVI e o início do século XVII, os descendentes de Branca Dias espalharam-se por outras regiões do Brasil. Alguns vieram ao Ceará e fizeram morada na região do rio Acaraú, no norte do Ceará, onde viria a se formar a cidade de Sobral.
Entre os descendentes de Branca Dias, uma das mais importantes matriarcas do período colonial, estão nomes figuras como o político Ciro Gomes e o empresário Cândido Pinheiro Koren de Lima, fundador da rede hospitalar Hapvida.
10 de 10 O sobralense Ireland Oliveira descobriu ser descendente de Branca Dias, uma das matriarcas mais importantes da era colonial - Foto: Arquivo pessoal
A extensão de sua descendência, porém, é ainda mais ampla. Foi o que descobriu o auditor fiscal Ireland Oliveira. Criado em família católica na cidade de Sobral, Ireland ouviu dos mais velhos, na infância, que tinha "sangue judeu". O episódio deixou marcas na memória - e uma dúvida que só seria respondida décadas mais tarde.
Já adulto, professor da Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA), Ireland buscou a genealogia da família. "Comecei a fazer perguntas a mim mesmo, perguntas no aspecto de: quem eu sou? Eu comecei a levantar aspecto genealógico, documentos de família, certidões de nascimento, de casamento, documentos de igreja, porque antes não existia cartório, comecei a levantar estas informações", explica o professor.
Após muita investigação, chegou a informação: Ireland é descendente da famosa matriarca Branca Dias. Com as descobertas sobre seu passado familiar, o auditor fiscal começou a frequentar como observador, em 2005, a Sociedade Israelita Cearense, onde se aproximou da cultura judaica e dos ensinamentos da Lei de Moisés.
Em 2012, após um processo supervisionado por um rabino de Minas Gerais, Ireland converteu-se ao judaísmo. Para Ireland, o retorno à fé de Branca Dias é um "ato de resgate da fé e da história judaica".
A família, embora tenha acompanhado a descoberta e a conversão de Ireland, não seguiu seus passos. Apenas o filho mais novo, assim como o pai, optou por converter-se ao judaísmo. Hoje, Ireland e o filho frequentam juntos a Sociedade Israelita Cearense, agora como judeus.
"É como se você abrisse as portas para uma imensa biblioteca, e que um determinado texto, uma determinada afirmação, um determinado costume lhe abrisse as portas para diversas reflexões", avalia Ireland sobre o retorno à religião de seus antepassados. "Para mim, é motivo de muita satisfação, de crescimento espiritual".
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Jesus, é detalhe!
Dada a tradicional pergunta "afinal vocês acreditam ou não em Jesus Cristo?", a resposta mais inteligente que eu já escutei foi esta:"nós judeus acreditamos que o Messias virá. Vocês cristãos acreditam que ele já veio, mas voltará. Portanto, numa coisa nós concordamos - ainda vem alguém pela frente. Alguém ainda está para vir. Muito simples! Basta aguardar o Messias e, quando ele chegar, perguntamos se essa é a primeira ou a segunda vez que ele aparece por aqui...".
Jesus is detailed!
In view of the "all you believe in Jesus Christ? "Traditional issues, smarter, not heard the answer is this:" we Jews believe that the Messiah will come. You Christians believe that he was here, but he will. Therefore, we agree to one thing-it was still ahead. People didn't come. Very simple! Just wait for the Messiah, when he arrives, asking whether this is the first or second, he appears here.......
לעבור:
. אלוהים, הוא פרט!
לאור השאלה המסורתי "אחרי הכל אתה מאמין בישוע המשיח?", התשובה יותר חכמים ממה ששמעתי היה זה: "אנחנו יהודים מאמינים כי המשיח יגיע. אתם הנוצרים מאמינים כי הוא כאן, אבל זה יקרה. כך, דבר אחד שאנו מסכימים-. מישהו עדיין לפנינו. מישהו עוד לא הגענו. פשוט מאוד! רק לחכות למשיח ולשאול, כאשר הוא מגיע, אם זו הפעם הראשונה או בפעם השניה הוא מופיע כאן... ".
يسوع، هو التفصيل!
التبديل على:
يسوع، هو التفصيل!
نظراً للسؤال التقليدي "بعد كل ما كنت أعتقد في يسوع المسيح؟"، وكان الجواب ذكي أكثر مما سمعت من أي وقت مضى هذا: "نحن اليهود يعتقدون أن المسيح سيأتي. كنت المسيحيين يعتقدون أنه هنا، لكنه قال أنه سوف. ذلك، نوافق على شيء واحد--أي شخص لا يزال أمامنا. شخص ما بعد القادمة. بسيطة جداً! مجرد الانتظار للمسيح، وعند وصوله، اسأل إذا كان هذا هو الأول أو في المرة الثانية أنه يظهر هنا... ".
耶穌,就是詳細 !
開關︰
耶穌,就是詳細 !
鑒於"後所有你相信耶穌基督嗎?"的傳統問題,更聰明,不是聽說過的答案是這:"我們猶太人相信彌賽亞會來。你基督徒相信他是在這裡,但他會。因此,我們同意的一件事-有人還在前方。人還沒來。很簡單 !只是等待彌賽亞,他到來時,問是否這是第一或第二次,他出現在這裡......"。
¿A la vista "todos que creen en Jesucristo? "Cuestiones tradicionales, más inteligentes, no escuchó la respuesta es esta:" los judíos creemos que el Mesías vendrá. Ustedes los cristianos creen que él estaba aquí, pero lo hará. Por lo tanto, estamos de acuerdo en una cosa-era todavía por delante. La gente no viene. ¡Muy simple! Esperando el Mesías, cuando él llega, preguntando si este es el primero o en segundo lugar, aparece aquí..."
330 PERGUNTAS AOS EVOLUCIONISTAS
1 - Supondo que sua mente seja o resultado de processos não guiados por meio da seleção natural, como você sabe que a seleção natural produziu a sua mente?
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As mentiras do Novo Testamento

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Ricardo A. Crasto
Reflitam:
Hasatã é um anjo a serviço do ETERNO, os anjos tem funções diferentes no mundo espiritual, uma coisa todos concordam “eles” cumprem determinações (ordens) do seu do nosso CRIADOR. Da mesma forma que existem anjos que nos trazem bênçãos, satã traz correção. SATÃ não tem poder nem força que não tenha dado por D’us, não tem livre arbítrio..., só faz o que o ETERNO determina. O D'us de Israel não se submete as suas criaturas, nada sai do seu controle, não digam que satã fez isso ou aquilo porque achou no direito de fazer, você pecou e satã vem se achando o seu criador e faz todas as maldades que ele acha que você merece, será ele nosso juiz? Satã Nunca se rebelou nem se rebelará. Não leiam versículos isolados para questionamentos sem fundamento. Isso não é pensamento do povo JUDEU.
“Texto fora do contexto é pretexto”
Abaixo alguns versículos para clarear o assunto:
Deuteronômio 32: 39 Vede, agora, que Eu Sou o único, Eu somente, e mais nenhum deus além de mim. Faço morrer e faço viver, faço adoecer e faço sarar, e ninguém há que seja capaz de livrar-se da minha mão.
Conta alguns sábios que Satã diz: “Eu cumpro todas as ordens do meu CRIADOR os humanos seres inferiores não querem cumprir sua missão corretamente na terra... Então satã vem irado mas não ultrapassa o que lhe fora determinado fazer.
Será que tem base o que escrevo?
... Portugese Bible- Almeida Atualizada
O ETERNO perguntou a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao Senhor, dizendo: De rodear a terra, e de passear por ela.
Observando friamente ao pé da letra, este versículo, parece que o ETERNO não é onisciente, esse assunto é para um outro dia um outro tema. (No final eu escrevo uma breve opinião sobre esta passagem);
Satã acusou Jó de só servir a D-us por causa das bênçãos que ele recebia. Jó era próspero e feliz, tinha filhos e era respeitado por todos. Mas se ele perdesse tudo, certamente iria amaldiçoar a D-us (Jó 1:9-11). Satanás estava sugerindo que Jó era interesseiro, não amava a D-us de verdade, com amor incondicional.
D-us sabia que o amor de Jó era verdadeiro. Para provar isso, ELE permitiu que Satã atacasse Jó, roubando seus bens, matando seus filhos e tirando sua saúde. Mas Jó se manteve fiel a Deus e não pecou (Jó 1:20-22; Jó 2:9-10).
Nota:
ELE permitiu que Satã atacasse Jó... Notou que Satã não tem como fazer nada com os filhos de D-us sem sua autorização?
Não costumo concluir textos, acho que sempre cabe mais algum pensamento, alguma indagação de estudiosos, deixo sempre em aberto.
Abaixo O MEU PENSAMENTO sobre o livro de Jó. Repito O MEU PENSAMETO!
. Acredito que este texto do livro de Jó, é uma ótima poesia uma grande parábola, um ensinamento fantástico, uma grande força para vencermos nossos obstáculos.
Qual razão levaria o CRIADOR permitir tamanha maldade, absurdos com um homem que era íntegro e justo como ELE (D'us) mesmo afirma. O ETERNO não perde suas criaturas de vista, você concorda que ELE é onisciente? logo..., o versículo que diz: então O Senhor perguntou a Satanás: Donde vens? penso que não é literalmente não saber onde a sua criatura estava.
Então D’us não sabe onde estão suas criaturas?
O mais cruel difícil de aceitar é quando (D-us) permiti que Satã ataque Jó, por que será? Daí Satã vai mata toda sua família, desgraça sua casa etc. O que D’us quer mostrar? QUE É O DONO DE TUDO? Ou deu vontade de “conversar”, dialogar com Satã? Será que no planeta inteiro só existia Jó íntegro? Ou somente naquela cidade?
Acredito piamente que o ETERNO meu D’us, o D’us de Israel jamais usaria seres humanos para sofrer, perder sua família, adoecer para mostrar para Satã que existe um homem íntegro.
Meus prezados, o texto se refere aos Jós de nossas vidas...
Desemprego, Morte de Filhos, Morte da mãe, Pai e Amigos, Doenças, Amor não correspondido, Humilhações, Injustiças, Corrupção, Prisão injusta, Maus Tratos, Submissão, Inimizades, traição, fofocas, Invejas, Indiferenças, Reprovações em Concursos público depois de passar anos estudando ser reprovado etc. A somatória de todos os nossos problemas nessa vida são nossos JÓS, e todos nós teremos que vencer para sobreviver. Nesse caso Satã é um ser ilustrativo.
Sei das dificuldades de um gentio entender o contexto desse livro entender QUE Satã é apenas um ser mandado. Quando você reconhece Satã como poderoso... passa a respeitá-lo como um deus forte e independente, você desonra o seu CRIADOR. O que está escrito no livro do profeta Isaías? vejamos logo abaixo.
Isaías 42 (Ênfase no versículo 8)
1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.
2 Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça.
3 A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça.
4 Não faltará, nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.
5 Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela.
6 Eu, o Senhor, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, e para luz dos gentios.
7 Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.8 Eu sou o ETERNO; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem (SATÃ, MARIA, PAPA, CRISTO, BUDA, GANDHI, MAOMÉ, MOISÉS, JACÓ ETC), não darei, nem o meu louvor
às imagens de escultura.
9 Eis que as primeiras coisas já se cumpriram, e as novas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.
10 Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor desde a extremidade da terra; vós os que navegais pelo mar, e tudo quanto há nele; vós, ilhas, e seus habitantes.
11 Alcem a voz o deserto e as suas cidades, com as aldeias que Quedar habita; exultem os que habitam nas rochas, e clamem do cume dos montes.
12 Deem a glória ao Senhor, e anunciem o seu louvor nas ilhas.
13 O Senhor sairá como poderoso, como homem de guerra despertará o zelo; clamará, e fará grande ruído, e prevalecerá contra seus inimigos.
14 Por muito tempo me calei; estive em silêncio, e me contive; mas agora darei gritos como a que está de parto, e a todos os assolarei e juntamente devorarei.
15 Os montes e outeiros tornarei em deserto, e toda a sua erva farei secar, e tornarei os rios em ilhas, e as lagoas secarei.
16 E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei.
17 Tornarão atrás e confundir-se-ão de vergonha os que confiam em imagens de escultura, e dizem às imagens de fundição: Vós sois nossos deuses.
18 Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver.
19 Quem é cego, senão o meu servo, ou surdo como o meu mensageiro, a quem envio? E quem é cego como o que é perfeito, e cego como o servo do Senhor?
20 Tu vês muitas coisas, mas não as guardas; ainda que tenhas os ouvidos abertos, nada ouves.
21 O Senhor se agradava dele por amor da sua justiça; engrandeceu-o pela lei, e o fez glorioso.
22 Mas este é um povo roubado e saqueado; todos estão enlaçados em cavernas, e escondidos em cárceres; são postos por presa, e ninguém há que os livre; por despojo, e ninguém diz: Restitui.
23 Quem há entre vós que ouça isto, que atenda e ouça o que há de ser depois?
24 Quem entregou a Jacó por despojo, e a Israel aos roubadores? Porventura não foi o Senhor, aquele contra quem pecamos, e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à sua lei?
25 Por isso derramou sobre eles a indignação da sua ira, e a força da guerra, e lhes pôs labaredas em redor; porém nisso não atentaram; e os queimou, mas não puseram nisso o coração.
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ATRÁS DA CORTINA DE FUMAÇA
O uso de maconha não é prejudicial só para o próprio usuário de erva. O usuário pode tornar-se um risco para a sociedade.
Uma pesquisa mostrou que a maconha tem o potencial de causar problemas na vida diária. Um estudo feito com 129 estudantes de nível superior concluiu que entre os que fumaram a droga pelo menos de 27 a 30 dias antes da pesquisa tiveram as habilidades mais importantes relativas à atenção, memória e aprendizagem seriamente reduzidas. Um estudo feito com carteiros descobriu que os que deram positivo no teste para maconha tinham 55% mais acidentes, 85% mais ferimentos e uma probabilidade 75% maior de faltarem ao trabalho.
Na Austrália, um estudo descobriu que a intoxicação por cannabis foi responsável por 4,3% das mortes de motoristas.
É quase impossível crescer no Brasil ou em qualquer outro país sem ser exposto às drogas. A pressão social para usar drogas é elevada e informações honestas sobre os riscos das drogas nem sempre estão disponíveis.
Muitas pessoas lhe dirão que a maconha não é perigosa. Observe bem quem está lhe dizendo isso. Não são as mesmas pessoas que estão tentando vender maconha para você?
A maconha pode prejudicar a memória de uma pessoa - e isto pode durar dias ou semanas após os efeitos imediatos da droga passarem. Num estudo, foi pedido a um grupo de usuários frequentes de maconha que recordassem palavras de uma lista. A capacidade para recordar corretamente as palavras só voltou a ser a mesma depois de 4 semanas após pararem de fumar a maconha.
Os estudantes usuários de maconha têm desempenho abaixo da média sendo menos provável que cheguem à faculdade do que os não usuários. Eles simplesmente não têm as mesmas capacidades para recordar e organizar informações em comparação com os que não usam estas substâncias.
"O professor da escola que frequentei fumava três ou quatro baseados por dia. Ele fez com que muitos dos estudantes começassem a fumar baseados, inclusive eu. O traficante dele me levou a começar a usar heroína, o que fiz sem resistir. Naquele momento era como se a minha consciência já estivesse morta." - Veronique
O QUE OS TRAFICANTES DIRÃO
Quando se pesquisou a razão pela qual os adolescentes começavam a usar drogas em primeiro lugar, 55% responderam que foi devido à pressão dos amigos. Eles queriam ser legais e populares. Os traficantes sabem disso.
Eles se aproximarão de você como um amigo e se oferecerão para "ajudá-lo" com "algo que vai fazer você ficar feliz". A droga "vai ajudar você a se entrosar" ou "vai fazer você ser bacana".
Os traficantes de drogas, motivados pelos lucros, dizem qualquer coisa para conseguir que você compre as drogas que eles vendem. Eles lhe dirão que a "maconha não leva a drogas mais pesadas".
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As pessoas que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a Síndrome de Abstinência, que são reações do organismo à falta da droga.
O tráfico de drogas é chamado de narcotráfico. Algumas dessas substâncias são utilizadas em medicamentos (drogas lícitas), outras são proibidas em quase o mundo todo (drogas ilícitas).
Abaixo os principais tipos de drogas:
Drogas Naturais
- Maconha: uma das drogas mais populares, a maconha é consumida por meio de um enrolado de papel contendo a substância. É feita a partir da planta Cannabis sativa. Existe a variação chamada Skunk, com um teor de THC bastante elevado, bem como o Haxixe.
- Ópio: droga altamente viciante, o Ópio é feito a partir da flor da Papoula. Os principais efeitos são sonolência, vômitos e náuseas, além da perda de inteligência (como a maioria das drogas). Opiáceos: codeína, heroína, morfina, etc.
- Psilocibina: é uma substância encontrada em fungos e cogumelos, a Psilocibina tem como principal efeito as alucinações. Também é utilizada em pesquisas sobre a enxaqueca.
- DMT - Dimetiltriptamina: A principal consequência do seu consumo são perturbações no sistema nervoso central. Utilizada em rituais religiosos.
- Cafeína: é o estimulante mais consumido no mundo - está no café, no refrigerante e no chocolate.
- Cogumelos Alucinógenos: alguns cogumelos, como o Amanita muscaria podem causar alucinações.
- Nicotina
Drogas Sintéticas
- Anfetaminas - Seu principal efeito é o estimulante. É muito utilizada no Brasil por caminhoneiros, com o objetivo de afastar o sono e poder dirigir por longos períodos.
- Barbitúricos - Um poderoso sedativo e tranquilizante, causa grande dependência química nos seus usuários.
- Ecstasy - Droga altamente alucinógena, causa forte ansiedade, náuseas, etc.
- LSD - Outro poderoso alucinógeno que causa dependência psicológica.
- Metanfetamina - Era utilizada em terapias em muitos países, mas foi banida pelo uso abusivo e consequências devastadores da droga.
Drogas Semi-Sintéticas
- Heroína - A heroína é uma das drogas mais devastadores, altamente viciante - causa rápido envelhecimento do usuário e forte depressão quando o efeito acaba.
- Cocaína e Crack - A cocaína é o pó produzido a partir da folha de coca, e o crack é a versão petrificada dessa droga. Altamente viciante, deteriora rapidamente o organismo do drogado, causando também perda de inteligência, alucinações, ansiedade, etc.
- Morfina - É uma droga utilizada principalmente para o alívio de dores em todo o mundo. Também causa dependência química nos seus usuários.
- Merla - droga produzida a partir da pasta de coca.
- Oxi - outra droga derivada da pasta de cocaína.
Fotos: Archiwiz; PetrP; Nenov Brothers Images / Shutterstock.com
Outras Drogas: inalantes, solventes, bebidas alcoólicas, cigarro
- Bebidas Alcoólicas
- Boa noite Cinderela
- Cola de Sapateiro
- Etanol e suas consequências
- Inalantes
- Lança Perfume
- Cigarro e os Males do Cigarro
- Efeitos da Nicotina e Alcatrão
- Charuto
- Narguilé
Medicamentos
Muitas drogas são utilizadas em medicamentos, para o tratamento de diversos problemas de saúde e doenças.
- Tranquilizantes - remédios de venda controlada, para controle da tensão, insônia e ansiedade.
- Ansiolíticos - utilizados no tratamento contra a ansiedade.
Drogas e a Sociedade
- Crack: o craque do time da morte
- Cracolândia
- Toxicomania
- Drogas: o crack e os novos termos
- Drogas nas escolas do Brasil
- Fumante passivo - conheça os riscos que as pessoas que convivem com fumantes estão correndo.
- Leis Antifumo - muitos países já estão proibindo o fumo em locais públicos, veja como são as leis antifumo no Brasil.
- Narcotráfico na Ásia
- Tráfico internacional de drogas
- Drogadição
- Intoxicação por maconha
As drogas causam atualmente um grande problema na sociedade. Algumas iniciativas importantes foram criadas para evitar que a juventude entre nesse mundo sem volta (na maioria das vezes).





